Revista diz que ocupação proibia “roupas curtas” para mulheres, mas feminista Manuela D’ávila não critica coordenador ligado a seu partido

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Cada vez mais detalhes da invasão que resultou em tragédia vem à tona. A revista VEJA publicou nesta quarta-feira (2), matéria que revela regras impostas aos moradores pelos coordenadores do movimento sem teto. De acordo com a revista, homens não podiam andar sem camisa e mulheres eram proibidas de usar “roupas curtas”.

Identificado pela publicação, o coordenador responsável pela ocupação era Ananias Pereira, homem que ostentava em suas redes sociais fotos com carro de luxo. Diz a revista que em setembro ele teria publicado mensagem indicando apoio ao ex-ministro Orlando Silva, do Partido Comunista do Brasil, candidato a deputado federal.

Outro que teve seu apoio seria Gustavo Petta, do PCdoB e ex-presidente da UNE, organização estudantil também presidida, anos atrás, por Carina Vitral, feminista e pré-candidata a deputada estadual pelo mesmo partido.

No entanto Carina, além da deputada gaúcha e pré-candidata a presidência da república Manuela D’ávila, não se pronunciaram sobre a denúncia. A atitude poderia se identificar como machismo e misoginia, segundo a cartilha do partido comunista e da militância ultraesquerdista, mesmo assim não contou com a reprovação das feministas.

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