O desarmamentista Freixo não suportou um dia sem seus seguranças armados

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RIO – O Globo informa:

“Após uma reunião com o deputado Marcelo Freixo, a secretaria de Segurança decidiu determinar o empréstimo de quatro policiais civis para a escolta do parlamentar. Vivendo há dez anos com segurança em razão de ameaças à sua vida desde que presidiu a CPI das milícias, o deputado teve os quatro policiais militares que estavam no seu gabinete retirados por uma determinação do secretário Richard Nunes. Os nomes deles constavam na lista dos 87 PMs que estavam emprestados à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e que terão que retornar aos seus postos.”

Nessa segunda, a secretaria de Segurança havia informado que iria retirar os policiais que faziam escolta de Freixo. Mas o deputado estadual não gostou nada da notícia. Declarou ao O Globo mais cedo:

“Entrei em contato com o secretário, vou ao seu encontro daqui a pouco e tenho certeza que o bom senso vai prevalecer, porque não é possível que, diante desse momento, dessa situação , a gente tenha que parar para resolver isto.

Não me cabe questionar quem deve ou não ter segurança, mas eu adoraria viver sem seguranças, adoraria ter minha vida normal regularizada. Mas não é o caso neste momento. Me parece muito óbvio que o bom senso tem que ser restabelecido.”

Freixo não aguentou nem um dia no Rio de Janeiro sem seus seguranças armados. Foi só saber que iria perder o privilégio para começar o “Ora, veja bem, precisamos de bom senso…”

2 COMENTÁRIOS

  1. “O bom senso é a coisa do mundo mais bem distribuída: todos pensamos tê-lo em tal medida que até os mais difíceis de contentar nas outras coisas não costumam desejar mais bom senso do que aquele que têm”.
    (René Descartes) – Vou no popular: “Pimenta no rabo alheio é refresco”.

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