Novo ídolo da esquerda brasileira

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OPINIÃO – Como de costume, a esquerda brasileira tem por hábito idolatrar déspotas sanguinários e cruéis, o que faz o ditador da Síria o mais novo queridinho dessas pessoas.

Embora eles não reconheçam o soberano da Síria que, por sinal, é aliado de Lula, como sendo titular dessas características de homem sanguinário e cruel, não se tem como questionar o fato que seu governo matou mais de 500 mil sírios, destruiu cidades inteiras e deixou mais de 5 milhões de refugiados.

Mas o que faz dele um ditador?

Simplesmente é o fato de ele impor sua vontade contra seu próprio povo, o que ocasionou a maior crise de refugiados da história, além de uma guerra civil sem precedentes sob o pretexto inicial de luta contra o Estado Islâmico (EI).

Para se ter idéia, o ditador Bashar al-Assad já governa a Síria com mãos de ferro por aproximadamente 20 anos, e o seu antecessor, que era seu pai, governou por outros 30 anos. Portanto, lá não existe uma democracia ou sistema eleitoral (tem, mas é uma farsa). Na Síria podemos vislumbrar a existência de um império cujo trono passa de pai para filho. A permanência da família Assad no poder por tanto tempo e a aniquilação de eventuais concorrentes é a prova cabal da formação de um sistema ditatorial, anti-democrático. 

Traduzindo para que todo esquerdista possa entender o que faz o Bashar al-Assad um ditador e genocida, trago abaixo o seguinte exemplo.

Como todos sabem, dentro das favelas do Rio de Janeiro existem algumas centenas de bandidos, no entanto, esses correspondem a menos de 01% da população da favela. Imaginemos então a favela da Rocinha que possui aproximadamente 100 mil habitantes, dos quais se apenas 01% desses habitantes foram ligados ao tráfico corresponderiam a 01 mil bandidos.

Então, ao invés de o ditador Assad fazer as incursões policiais  na Rocinha das quais estamos acostumados a ver com a finalidade de prender esses bandidos com o menor número de baixas e destruição, o ditador Assad simplesmente ordenaria o bombardeio de toda a favela, destruindo toda a comunidade e matando todos os 100 mil habitantes sob o pretexto que ele queria pegar os traficantes que eram apenas 01% da população.

Obviamente, a intenção dele não era atacar o tráfico, mas sim de matar todos os habitantes, em razão de sua personalidade distorcida, o que faz dele um genocida cruel e sanguinário, já que ele está fazendo isso contra seu próprio povo na Síria há muitos anos.

Esse homem precisa ser detido o quanto antes, no entanto, este ditador se protege atrás de outro ditador, Vladimir Putin da Rússia, que por interesses financeiros decorrentes do comércio de armas e energia, se coloca entre qualquer nação que queira dar um basta neste massacre contra o povo sírio.

Trago aqui o discurso exibido no final do documentário “Prelúdio de uma guerra, porque nós lutamos” que foi exibido para todas as tropas americanas por ocasião de sua entrada na 2ª Guerra Mundial que, embora tenha sido exibido na década de 40 do século passado, se mostra bastante atual.

“Eles lutaram e morreram, mas no fim só poderia haver um resultado, um grande triunfo, a Itália conquistou a Etiópia. Muitos de nossos líderes eleitos nos avisaram do perigo. Sem declaração de guerra, sem aviso ou justificativa de qualquer tipo, civis, incluindo grande número de mulheres e crianças estão sendo brutalmente assassinadas por bombardeios aéreos, mas nós continuávamos hipnotizados pelo fato de haver dois grandes oceanos entre nós e o resto do mundo. Não percebíamos que a época em que se gastava meses para se cruzar os oceanos já havia terminado e o barco a vapor havia reduzido os meses em dias e que hoje toda a superfície da terra poderia ser percorrida em horas. Sim, nós éramos uma nação que queria paz, mas ainda não tínhamos aprendido que a paz que queríamos para nós dependida da paz para todos.”

Este discurso acima reproduzido se referiu a invasão de Mussoline da Itália na Etiópia que foi um dos maiores massacres ocorrido no continente africano, do qual se deixa claro que a paz na américa depende da coexistência da paz no mundo.

Por fim, haverá um dia que lamentaremos muito por todas as nações não terem se unido para salvar o povo sírio desse ditador, mesmo que isso significasse enfrentar a Rússia ao mesmo tempo, pois se houve uma coisa que as duas grandes guerras nos ensinaram é que, por vezes, os direitos a vida, paz e liberdade são conquistadas mediante a própria guerra.

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