“O sindicato dos jornalistas morreu de canalhice”, diz Augusto Nunes

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SP — Augusto Nunes escreve para a Veja:

“No sábado, durante a missa negra em louvor de Lula celebrada em São Bernardo, foram registradas sete agressões a profissionais da imprensa. À noite, devotos da seita atacaram equipes de televisão destacadas para as imediações do aeroporto de Congonhas.

O Sindicato dos Jornalistas no Estado de São Paulo, subordinado à CUT, identificou em nota oficial identificando a culpada pela selvageria: “a política das grandes empresas de comunicação que apoiam o golpe e adotam “uma linha editorial de hostilidade contra as organizações populares”.

O que fazer para acabar com essa guerra suja movida contra a imprensa livre? “É preciso que se retome a democracia, o que só será possível com Lula livre”, diz a nota. O sindicato teria alguma importância se ainda existisse. Morreu faz tempo. Debilitado pela vassalagem, morreu de canalhice.”

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