Globo lidera ataques contra manifestação pela prisão de Lula

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SP — Desde que o Movimento Brasil Livre  chamou a população para protestar pela prisão do condenado e ex-presidente Lula, O Globo, outros veículos da grande imprensa  e blogs a serviço do PT começaram uma série de ataques ordenados com intuito de calar os que pedem a prisão de Lula.

No dia 24 de março, Kim Kataguiri respondeu ataques do O Globo e da Veja em vídeo:

Em 28 de março, o blog petista Brasil de Fato teve a coragem de acusar o MBL de estar envolvido aos tiros a ônibus da caravana de Lula.

Veja:

O MBL respondeu, através do advogado Rubens Nunes, que os responsáveis pela difamação irão se explicar na Justiça.

Fundador do movimento, Alexandre Santos falou sobre os ataques coordenados dos últimos dias em uma transmissão do MBL News.

A ironia é que as acusações de que o MBL espalha fake news cometidas pela mídia esquerdista são baseadas em um ‘estudo da USP’ que sequer existe e já foi desmentido inúmeras vezes, mas continua sendo utilizado pela grande imprensa como argumento.

O fato é tão grave que até mesmo Luiz Fux, o ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do TSE, citou o falso estudo para se manifestar sobre o perigo das fake news e disse que pediria investigação com fundamento no tal estudo – que é, na verdade, uma fake news.

Fernando Holiday explicou o caso:

NOVOS ATAQUES

Os veículos que trabalham para a agenda esquerdista estão aumentando os ataques e espalhando cada vez mais mentiras contra o Movimento Brasil Livre. Promovendo uma perseguição gravíssima a liberdade de imprensa e pluralidade de pensamento.

Nessa sexta, 30, começou a circular o novo ataque do O Globo, já replicado por dezenas de blogs da extrema-esquerda, como o Diário do Centro do Mundo e a Revista Fórum.

A reportagem foi feita por Gabriel Cariello e Marco Grillo. São os mesmos que acusaram o MBL de espalhar fake news sobre a vereadora do PSOL Marielle Franco, assassinada no último dia 24. Os dois jornalistas, dessa vez, acusam o MBL de utilizar um aplicativo para compartilhar conteúdo de forma automática no perfil de seguidores, o “Voxer”, como se fosse algum tipo de crime.

“Por meio do aplicativo “Voxer”, o movimento compartilhou suas postagens de forma automática em contas de outros usuários. No entanto, o Facebook desativou o “Voxer”, após ter sido procurado pelo GLOBO durante a apuração de uma reportagem sobre a estratégia digital do MBL.

A empresa entendeu que o mecanismo de compartilhamento automático de postagens violava as normas da rede social, porque permitia que o MBL também redigisse os comentários dos próprios usuários.”

Ora, o entendimento do Facebook de que o aplicativo viola as normas da rede é uma novidade pois ao utilizar o serviço que está disponível se entende que o mesmo está dentro dos padrões estabelecidos e permitidos, portanto o MBL não pode ser culpado por fazer uso do serviço que até então estava disponível – e subentendia-se que tudo estava dentro das regras. Só que os veículos de esquerda querem fazer o público crer que houve alguma fraude com segundas intenções.

Os usuários admitem que permitiram a reprodução em suas postagens, o que prova que não foi nada feito para enganar os seguidores, e a própria matéria do O Globo diz isso:

“Há duas semanas, o MBL enviou uma mensagem pelo Facebook para sua base de apoiadores pedindo autorização para reproduzir até duas postagens por dia no perfil de cada usuário. Os seguidores que aceitaram deram uma espécie de cheque em branco para o MBL. Desde o dia 16 de março, o grupo promoveu um compartilhamento em massa de conteúdos por meio das contas de outras pessoas.

“O Brasil precisa de você. O Facebook vem diminuindo o alcance de páginas de direita mas você pode fazer a diferença. Basta clicar neste botão e autorizar a página do MBL a publicar até duas postagens por dia no seu perfil. Clique no botão abaixo e faça a diferença. Clique aqui e ajude ou parar de receber”, escreveu o MBL.”

O Globo está tão empenhando em derrubar o MBL que admite que está acompanhando cada ação do movimento:

“Na última semana, O GLOBO acompanhou as publicações e identificou 368 perfis que foram usados pelo MBL — o movimento tem mais de 2,6 milhões de seguidores no Facebook. Entre os dias 16 e 28 deste mês, este grupo de seguidores reproduziu, de forma idêntica, 16 posts do MBL. Para produzir a disseminação em massa, o grupo usa a plataforma Voxer, que compartilha automaticamente nos perfis dos seguidores os links que são postados na página do MBL. Das 16 mensagens identificadas na última semana, seis foram complementadas com legendas — os comentários que acompanham o compartilhamento da mensagem original. Em todos os 368 perfis identificados as legendas eram iguais.

O GLOBO conversou por telefone com cinco usuários do Facebook que confirmaram o recebimento da mensagem do MBL e disseram ter autorizado as publicações. Quatro deles não tinham visto as postagens em seus próprios perfis até serem avisados pela reportagem.”

A última frase tenta imputar uma culpa absurda ao MBL, dando a entender que os usuários não sabiam das publicações. Ora, se a pessoa não tiver o hábito de ficar vendo seu próprio perfil, pode mesmo passar despercebido, mas o fato é que houve AUTORIZAÇÃO. Se o fato de existir uma legenda vai contra as regras do Facebook é algo que diz respeito ao aplicativo e a plataforma, e não a quem utilizou o serviço entendendo que estava de acordo com as regras – uma vez que era permitido até então.

Outro problema gravíssimo é que os veículos de esquerda, temendo a grande capacidade do MBL na área de comunicação, tentam colar ao movimento uma imagem de criador e disseminador de fake news. Em outro trecho da matéria canalha dos repórteres é provado que nenhuma mentira foi espalhada além daquela contada por eles mesmos no O Globo:

“No dia 22, o MBL compartilhou sua própria página nos perfis com a legenda “Lula na cadeia!!!”. Dois dias antes, a mesma legenda havia sido usada para o compartilhamento automático de um vídeo da caravana do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Santa Maria (RS).

No dia 19, o grupo publicou na sua página um vídeo sobre Lula com a legenda: “Você é a favor da prisão em segunda instância?”. A resposta foi publicada pelo Voxer de forma automática no perfil dos seguidores: “SIM!!” – todas as reproduções tinham as letras maiúsculas e as duas exclamações no final.

Outro post compartilhado no perfil dos seguidores foi a transmissão do julgamento do habeas corpus preventivo de Lula, com a legenda: “AO VIVO Julgamento do HC do Lula.”.

E agora a mentira dos repórteres e a tentativa de imputar a imagem de fake news ao movimento e a esse blog em questão:

“Outra mensagem publicada pelo MBL e compartilhada automaticamente centenas de vezes trazia uma notícia falsa do site O Diário Nacional e o mesmo comentário “Parece que o jogo virou”.”

A matéria em questão é essa:

Fábio Malini, o professor de jornalismo responsável pelo estudo que acusa o MBL de ter sido o maior propagador de notícias falsas sobre a Marielle Franco, foi condenado por usar perfil falso e milita pela esquerda.

1. Ele milita pela esquerda e isso é um fato notório. E também já trabalhou para o Governo Dilma, o que pode ser confirmado clicando aqui. 

2. Fábio Malini foi processado e condenado por criação de perfil fake, fato que pode ser comprovado através de verificação de processos no TJ-ES, como esse. 

Veja:

Logo, a única notícia falsa é de que o MBL espalhou uma notícia falsa.

O fato é que o único problema identificado pelo Facebook é a possibilidade de se editarem legendas para o conteúdo compartilhado automaticamente – COM AUTORIZAÇÃO – pelos usuários. Mas isso não é crime e sim um problema que o aplicativo deveria resolver para se ajustar aos termos da plataforma, como já dito acima.

A partir da reportagem canalha, blogs da esquerda tentam disseminar a ideia de que houve fraude por parte do MBL.

A Revista Fórum, por exemplo, escreveu:

“Com essa comprovação de fraude às regras do Facebook duas questões se colocam. A primeira é que a plataforma não é segura e não consegue fazer valer suas regras. A segunda é em relação ao uso das punições. Se apenas banir a empresa que se utilizou do aplicativo e não páginas como a do MBL que distribuíram fake news com a sua contratação, o Facebook perde completamente a possibilidade de continuar debatendo o tema.”

Desde que os setores da direita começaram a chamar manifestações contra o Lula, os ataques, principalmente contra o MBL, escalaram.

O que está acontecendo é uma articulação de setores da esquerda para calarem vozes da direita, como o MBL, e proibirem que esses façam uso de mídias alternativas. É a verdadeira ditadura da imprensa de esquerda.

Além disso, está evidente que há um esforço conjunto da grande mídia contra aqueles que querem a prisão de Lula, visto que os ataques aumentaram ao passo que uma manifestação com esse intuito foi marcada.

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