Três fatos que provam o relativismo hipócrita da militância esquerdista

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OPINIÃO – Nesta semana ocorreram três fatos que nos permitem concluir sobre a completa impossibilidade de compatibilidade entre a ideologia política da direita e da esquerda.

O primeiro fato se refere a uma foto que está circulando nas redes sociais de militares revistando mochilas de crianças e adolescentes em alguma favela carioca, onde muitas pessoas adeptas a ideologia da esquerda criticam a operação narrando que estão ferindo o princípio da dignidade da pessoa humana.

No entanto, nós nunca vimos esse tipo de manifestação contra os traficantes que diariamente mantem todos os moradores da favela sob o seu jugo aliciando, inclusive, crianças para o crime organizado. Quem nunca viu o filme Cidade de Deus que exemplifica o caso de menores envolvidos com assassinatos e tráfico de drogas estando completamente inseridos dentro da marginalidade.

É importante observar que a revista se faz necessária, pois em outras épocas já foi apreendido armas e drogas na mochila de estudantes que estavam tentando retirar o material ilícito da favela ocupada pelas forças de segurança. Se não for realizado este tipo de procedimento os traficantes obrigarão os pais e crianças a fazerem este tipo de transporte ilegal.

Agora, pergunta-se, qual o maior constrangimento ou risco que essas crianças presenciaram? A revista feita por nobres soldados do Exército do Brasil, ou a movimentação diária de bandidos inconsequentes, inescrupulosos, sanguinários e totalmente armados no meio da favela? Obviamente estas crianças já estão mais acostumadas do que qualquer outra pessoa em ver armas de grosso calibre graças ao domínio do tráfico nas favelas. Isso sim fere o princípio da dignidade humana das crianças, e não a  revista realizada pelos militares.

O segundo fato desta semana foi uma entrevista no programa da Fátima Bernades na Rede Globo, em que uma jovem declarou não ter conseguido emprego por motivo de preconceito com o seu cabelo, no entanto, não estávamos falando de um penteado comum, o que poderia sugerir alguma forma de discriminação, mas sim de um penteado que geralmente se vê em celebridades, artistas, pela irreverência de seu penteado extremamente volumoso e chamativo.

Ocorre que, muitos, novamente da esquerda, se prenderam no discurso vitimista tentando levar a questão como se fosse um caso de racismo ou preconceito quando, na verdade, na maioria das atividades comerciais o penteado dela seria inapropriado, seja pela questão da discrição ou logística que as empresa necessitam ter, pelo que ela deveria se adaptar as regras do mercado ou procurar uma atividade comercial que se adequa-se aquele tipo de penteado, tal como modelo, apresentadora, dentre outras atividades, e não se vitimizar frente a mídia e redes sociais. Contudo, de acordo com a esquerda essas regras empresariais não poderiam se aplicar a essa jovem, pois para eles seria caso de racismo e não de necessidade empresarial.

O terceiro fato se refere a crítica feita pelo âncora do jornal da Bandeirantes, Ricardo Boechat, que nesta noite declarou achar um absurdo a ideia do presidente Donald Trump de armar 20% dos professores para evitar a ocorrência de ataques terroristas nas escolas americanas. Segundo o jornalista que, desrespeitosamente se referiu ao presidente americano como homem do topete amarelo, é um absurdo a medida de armar os professores, pois os estudantes ficariam constrangidos com professores armados. Este tipo de comentário somente poderia vir de um esquerdopata de nível avançado, pois ao invés de ele se chocar com o risco concreto da ocorrência de nova chacina de estudantes, ele se rebela contra a possibilidade de uso de armas pelos professores que poderiam erradicar este tipo de ataque terrorista ou senão reduzir o número de vítimas.

Todos esses ataques nas escolas americanas o terrorista somente parou de matar os estudantes quando foi abatido pela polícia, pelo que se houver imediata resistência por parte dos professores o terrorista terá seus planos frustrados reduzindo-se o número de vítimas. Salienta-se que as armas por si só não assustam ninguém, muito menos os alunos, mas sim o que pode vir a assustar é o tipo de pessoa que pode estar segurando esta arma. A arma nas mãos do policial e professor prontos para proteger os alunos é uma coisa, já a arma nas mãos de terroristas é outra coisa.

Esses três episódios acima narrados nos permite concluir que realmente é inconciliável a ideologia de esquerda com a ideologia da direita, não existindo centro, pois quem se acha de centro também é de esquerda e nada mais.

 

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