Pantera Negra: mais uma vez a esquerda tenta politizar algo que era para ser simplesmente lazer

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OPINIÃO — Com o lançamento do filme Pantera Negra, da Marvel, o debate sobre racismo voltou à pauta brasileira. Apesar da importância do tema, ouvimos diariamente absurdos.

A história é sobre uma nação fictícia africana, chamada Wakanda, que vive em isolamento do colonialismo e possui uma abundante reserva de vibranium, recurso mineral valioso.

Por motivos lógicos, a maioria dos atores são negros, algo tratado com total naturalidade no filme. Fora dos cinemas, não posso dizer o mesmo. Sites como o “Mídia Ninja” espalharam notícias como “negros tem que ver esse filme”, ou “não vejam esse filme dublado, pois os dubladores são brancos”.

Essas notícias de sites esquerdistas separam a sociedade em grupos, em cores. Tal atitude é praticamente a definição de racismo: a separação de pessoas por sua cor. Enquanto a população via o filme e tentava simplesmente aproveitar um bom filme, a esquerda mais uma vez tentava politizar o básico.

Além disso, eles se apoiaram no discurso do filme, que conta a história africana de uma forma distorcida, como se toda a culpa da pobreza africana fosse do colonialismo europeu. A esquerda brasileira e americana adorou esse discurso.

Porém, o conservador americano Thomas Sowell desmentiu tal discurso em seu livro “Fatos e Falácias da economia”. Sowell explica as origens da pobreza africana, e como a exploração e o colonialismo são pouco relevantes para o resultado final.

Os fatores principais são internos, como a geografia do continente africano (desfavorável para a interação entre sociedades durante a história, prejudicando o avanço), a corrupção do governo local (que destrói a economia local e é recorrente em países como a Nigéria) e a falta de garantia sobre a propriedade privada, que afasta investimentos estrangeiros, que é uma das principais ferramentas para o crescimento econômico.

Mais uma vez a esquerda tenta politizar algo que era para ser simplesmente lazer. Da próxima vez, vamos tentar simplesmente pegar a pipoca e aproveitar um bom filme, independente de ideologia.

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