Sobre Parkland e o desarmamento

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OPINIÃO — Horas após o tiroteio em Parkland, Florida, militantes já começaram a discutir a política de armas, numa demonstração de pura falta de empatia com as vítimas e suas famílias.

Sempre que um desastre assim ocorre, principalmente em solo americano, a esquerda tenta usar o ocorrido como exemplo da necessidade do desarmamento. Diz que isso ocorre apenas por causa de armas, e que são elas que matam.

Observamos isso primeiro nas manchetes: os jornais escrevem de uma maneira que deixa a entender que a culpada pelas mortes é a arma, não o assassino. Ocorreu isso no tiroteio em Sandy Hook, em Orlando, em Las Vegas, em Aurora.

Como já ouvimos mentiras repetidamente sobre o controle de armas, vamos às verdades: o tiroteio em Parkland não contradiz a visão armamentista, a apoia.

Atiradores em escolas só demonstram a violência irrefreável que pode ocorrer em lugar onde armas são proibidas, como por exemplo, escolas. Outro exemplo é o de Aurora, em que um atirador matou 12 pessoas em um cinema. Porém, havia um cinema mais perto da casa do atirador, e outro um pouco mais longe, mas com muito mais gente. então, por que ele não foi a nenhum desses outros alvos? Porque nos outros dois o porte de armas era proibido, enquanto, no alvo dos assassinatos, ele tinha certeza de que seria o único armado.

Essa atitude covarde se repete durante tiroteios em massa: em Las Vegas, estava isolado em seu quarto no hotel, livre; em Sandy Hook e em Parkland, em escolas, onde ninguém mais teria uma arma; em Orlando, em uma balada proibitiva de armas.

Além disso, é preciso demonstrar o senso comum que se perdeu em meio de sentimentalismo e de militância política: quem mata é o homem, não a arma. O melhor exemplo é do atentado em Nice, na França, com 85 vítimas, no qual um caminhão entrou em área reservada para pedestres em uma festa de rua, atropelando dezenas de pessoas. Observamos no dia a dia, quem quer matar, mata, seja com uma arma, com um veículo ou com uma pedra, o criminoso é o culpado.

É lamentável mais uma vez observarmos um massacre terrível sendo usado pelas esquerdas para promover sua agenda anti-armas, que já foi meio tantas vezes de controlar a população e impedir a reação contra um regime totalitário e opressor: exemplificados no nazismo, fascismo, stalinismo e no maoísmo.

Não podemos deixar o sentimentalismo e a desonestidade midiática afetar a nossa percepção de autodefesa. Existe o mal, e todo cidadão tem o direito de se defender contra tais horrores, de acordo com as medidas necessárias.

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