Lewandowski faz texto defendendo presunção de inocência para ajudar Lula

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STF — Ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski publicou um texto na Folha de S. Paulo defendendo a presunção de inocência… de Lula.

Leia o trecho que ele rejeita a possibilidade de prisão dos condenados em segunda instância:

“Daí a relevância da presunção de inocência, concebida pelos constituintes originários no art. 5º, LVII, da Constituição em vigor, com a seguinte dicção: ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença criminal condenatória, o que subentende decisão final dos tribunais superiores.

Afigura-se até compreensível que alguns magistrados queiram flexibilizar essa tradicional garantia para combater a corrupção endêmica que assola o país.

Nem sempre emprestam, todavia, a mesma ênfase a outros problemas igualmente graves, como o inadmissível crescimento da exclusão social, o lamentável avanço do desemprego, o inaceitável sucateamento da saúde pública e o deplorável esfacelamento da educação estatal, para citar apenas alguns exemplos.”

As informações são da Folha de S. Paulo.

3 COMENTÁRIOS

  1. Mais uma baixaria desses juizecos de quinta categoria, chega a dar desgosto o nível de indignidade de nosso supremo. A presunção de inocência é importantíssima e algo altamente civilizado, mas não acompanha até a totalidade o direito de recurso.

  2. Minha gente!! o ser humano está em total estado de demonização. Veja como o mau, democraticamente vai se sobrepondo ao bem; os ruins aos bons; os desonestos aos honestos; os injustos aos justos. Observe que senhores poderosos, diplomados, com mestrados em academias europeias, eis autoridades de governos, tidos como a elite do conhecimento jurídico, de honestidade incontestável, segundo o refrão tão decantado do tal estado democrático de direito, afrontam os poucos que restam de esperançosos nesse nosso BRASIL. Com que cinismo esses togados tentam atribuir a Lula e sua quadrilha PETISTA o manto de um santo com seus 13 apóstolos. É realmente o fim do mundo.

  3. Um sem noção no STF. Então vai ter que resolver primeiro o problema do mundo para depois se começar a resolver o problema da Justiça. Não dá nem para comentar.

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