Déficit público brasileiro e o exemplo da Argentina

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OPINIÃO — Hoje foi divulgado pelo Tesouro Nacional o fechamento das contas públicas da União referente ao ano de 2017 com um déficit de R$ 124 bilhões de reais, mesmo havendo uma arrecadação de mais de R$ 1 trilhão de reais, sendo este o quarto ano seguido de balanço negativo do Brasil desde o ano de 2015.

Paralelamente, foi noticiado pela Folha de São Paulo que o presidente Macri da Argentina determinou o corte de 25% dos cargos públicos do Poder Executivo, além impor o congelamento salarial dos servidores públicos, permitindo isso a economia de 20% das despesas do estado argentino.

A notícia do déficit das contas públicas do Brasil já era esperada, uma vez que a crise criada nos 13 anos de governo petista que inflou sobremaneira o Estado não será superada em apenas dois, três ou cinco anos, mas sim através da adoção de políticas ininterruptas de austeridade por um longo prazo.

No entanto, para que tenhamos a recuperação de nossa economia de modo mais rápido devemos tomar como exemplo a política de austeridade adotada pela Argentina que cortou na própria carne ao reduzir a despesa com o funcionalismo público, diferente das políticas públicas adotadas por grande parte dos políticos brasileiros que optam por muitas das vezes em aumentar a tributação (IPTU, IPVA, ISS, ICMS, PIS, Cofins e etc).

Quando nossos governantes tiverem a consciência de que é mais fácil economizar, reduzindo-se a despesa do Estado, do que aumentar a carga tributária contra a população e empresas, conseguiremos sair da crise em menor tempo do que o esperado, mas para isso deveremos superar o preconceito que muitos possuem a respeito da diminuição do Estado e do funcionalismo público.

 

 

 

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