Retrocesso em SP: motoristas parceiros de apps de mobilidade urbana irão depender de autorização da prefeitura

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SP — Em São Paulo, uma nova legislação definida pela Resolução n. 16, de 07 de julho de 2017, emitida pelo Comitê Municipal de Uso do Viário (CMUV), quer regulamentar os aplicativos de mobilidade urbana. O problema é que as normativas vão muito além da intervenção estatal aceitável para garantir serviços seguros.

Proposta para entrar em vigor a partir de janeiro de 2018, o poder público pretende dizer desde quem poderá trabalhar como motorista em parceria com os aplicativos, até como a maneira como esses deverão se vestir.

De responsabilidade do Diretor do Departamento de Transporte Públicos, DTP, Marcos Antonio Landucci, os “requisitos mínimos para o cadastramento de condutores” nada mais são do que uma série de burocracias que inviabilizará o trabalho de inúmeros motoristas que atuam na cidade de São Paulo.

Apenas para início do cadastro, são necessários sete processos diferentes para os motoristas adquirirem a autorização, além da documentação para abertura do pedido, sendo que aqueles que trabalham como taxistas estão isentos do processo.

Confira a legislação citada clicando aqui para testemunhar o retrocesso que está acontecendo em São Paulo.

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