Diretor esquerdista do Colégio Pedro II se enrola em investigação de violência sexual

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O diretor da unidade de São Cristóvão do Colégio Pedro II, Bernardino Matos, preso na tarde desta terça-feira em flagrante, foi liberado da delegacia após se retratar com a juíza da Infância e da Juventude do Rio, Vanessa Cavalieri, pelo crime de falso testemunho.

Bernardino de Matos teve a prisão decretada quando prestava depoimento à justiça em processo que investiga um caso de abuso sexual de uma menina de doze anos ocorrido em sua escola em outubro de 2015. A prisão foi motivada por alegação de falso testemunho, pois o diretor supostamente teria acobertado esse caso de violência sexual.

O professor de Direito Penal da PUC, Breno Melaragno, explicou ao O GLOBO que, quando há retratação no crime de falso testemunho, é extinta a punibilidade.

— Se a pessoa estiver mentindo e decidir falar a verdade até o momento da condenação, a punição é extinta. É o que chamamos de arrependimento eficaz no estudo do Direito Penal — disse Breno.

O Colégio Pedro II tornou-se um caso extremo de aparelhamento completo de uma instituição pública de ensino por um partido de esquerda. A escola ganhou notoriedade nacional quando vieram à público fotos de seus alunos meninos usando saias, em decorrência da doutrinação ideológica feita pelos militantes comunistas que atuam na instituição travestidos de professores.

Por sua vez, o diretor Bernardino de Matos tornou-se também conhecido pelo seu combate feroz ao projeto de Escola Sem Partido e por apoiar a onda de invasões nas escolas ocorrida no ano passado.

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