Levantamento mostra que sem o STF, Dilma teria caído 5 meses antes

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BRASÍLIA — Em 13 de outubro de 2015, o STF derrubava o rito definido pelo então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, para ajudar Dilma Rousseff. Com essa manobra dos juízes da “alta corte”, a petista ganhou 51 dias a mais no mandato.

O documento poderia ter sido aceito por cunha em 13 de outubro, mas devido a interferência do Supremo Tribunal Federal, isso ocorreu apenas em 3 de dezembro. Mesmo assim, duas semanas depois, os ministros interferem mais uma vez grosseiramente na corte. 

O Implicante escreveu sobre, leia o trecho:

“(…) Em mais uma grosseira interferência no legislativo, o STF anulou a votação que nove dias antes definira a comissão especial do impeachment. Uma nova comissão só seria escolhida em 17 de março de 2016, rendendo à petista outros 59 dias no cargo – já descontado o recesso parlamentar.

Contudo, ao alterar o rito do processo de impeachment, modificando o enfrentado por Fernando Collor de Mello em 1992, o STF deu ao Senado poderes para rejeitar qualquer acolhimento vindo da Câmara Federal. Por isso, desta vez, a presidente só foi afastada do cargo após uma longuíssima sessão com os senadores virando a madrugada em discursos de até 15 minutos. E, assim, Dilma ganhou outros 25 dias no Palácio do Planalto.

Ao todo, ao interferir no trabalho parlamentar, a Suprema Corte garantiu à petista 135 dias a mais como presidente do Brasil. Com o afastamento definitivo se consolidando em 31 de agosto de 2016, é possível concluir que já podia ter sido afastada em definitivo desde abril. Ou mesmo que Michel Temer poderia estar comandando o país desde 15 de novembro de 2015, uma data bem significativa.”.

As informações são do O Antagonista.

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