MBL lidera o desmascaramento de jornalistas de extrema esquerda no Brasil, com 53% das denúncias

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Segundo os próprios jornalistas de extrema esquerda, o Movimento Brasil Livre é o grupo que mais desmascarou militantes partidários dentro da imprensa.

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, uma organização infestada de militantes que patrulham a oposição dos seus partidos preferidos, criou a narrativa de que em 2017 foram registrados oficialmente 12 ataques do MBL a jornalistas. Isso representaria 53% das queixas da Abraji.

Como sempre, a entidade diz que as refutações a jornalistas são “ataques”. Leia o que diz o sindicato, em nota: “É mais um grave caso de perseguição e intimidação a jornalistas, o sexto ocorrido em São Paulo nos últimos meses, e que mostra uma escalada contra a liberdade de expressão e de imprensa em nosso país”.

O sindicato chega ao ponto de se posicionar a favor do jornalista Diego Bargas, que foi demitido após uma matéria absurdamente tendenciosa e distorcida sobre o filme de Danilo Gentili: “O texto de Bargas é uma reportagem correta, que analisa o filme e reproduz pontos de vista de Gentili e do diretor Fabrício Bittar expressos em entrevista ao jornalista. Gentili, porém, decide massacrar o jornalista em rede social, mostrando sua intolerância à atividade jornalística, e manipular o episódio para tentar melhorar o resultado comercial de seu produto.”

Os casos acima, porém, não se referem a “ataques”, mas apenas a refutações a jornalistas. Entre as mentiras desmascaradas pelo MBL está aquela em que uma jornalista da CBN disse que a gestão Doria usou jatos de água para acordar mendigos. Outra jornalista, da Veja, Paula Sperb, publicou uma matéria na revista e foi refutada em 13 pontos. O caso de Diego Bargas, jornalista da Folha, foi ainda mais gritante: ele publicou uma matéria distorcida sobre o o filme de Gentili e acabou demitido pelo próprio jornal.

Uma vez que refutações às mentiras da mídia não configuram ataques, mas apenas a dialética da busca pela verdade nas notícias, é preciso interpretar os dados da Abraji: o MBL deve ser responsável por 53% dos desmascaramentos das “fake news” dos jornalistas de extrema esquerda.

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