Frei David, da Educafro, cria narrativa para dizer que Luislinda é vítima de “racismo e machismo”

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O ultra esquerdista Frei David, da Educafro, resolveu adotar uma narrativa bastante oportunista no caso da rejeição popular ao pedido de R$ 61 mil reais/mês por parte da ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois. A informação vem da coluna de Ancelmo Gois.

Luislinda disse que os 33,7 mil que recebe se assemelham a “trabalho escravo”. A repercussão foi negativa a tal ponto que a ministra retirou o pedido.

A narrativa de David é estranha: “Quantos e quantos roubos os brancos fazem no Brasil inteiro? E ninguém é humilhado e execrado como está sendo essa mulher. Queremos o fim do salário duplicado para todas as autoridades, não só para ela”.

David omite várias informações. Por exemplo, a revolta popular não aconteceu apenas porque Luislinda pediu salário duplicado, mas por ter ofendido as vítimas de escravidão ao mencionar indevidamente “trabalho escravo”. Luislinda também se complicou ao dizer que precisava de todo esse dinheiro para gastar com roupas e maquiagem.

Outra informação falsa de David é a de que a repulsa não aconteceria se o requerente fosse “branco”. Não há evidência para essa afirmação.

Ele também complicou Luislinda ao citar “roubos”, o que complica a ministra, na comparação. Mas isso também é refutação a David, pois nesse fim de semana o Brasil está revoltado com o caso de um assaltante branco, Jonathan, que matou a jovem Kelly após uma “saidinha”.

Ainda que o caso do assassinato cometido por Jonathan seja muito mais grave, isso refuta a tese de que as pessoas não se revoltam com imoralidades cometidas por brancos.

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