Juíza do TJ/MG questiona: “cadê o movimento feminista para defender o direito” da policial impedida de fazer prova?

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O caso da policial que foi impedida de fazer prova por uma professora na UEPB não recebeu a devida atenção do movimento feminista.

A juíza Ludmila Lins Grilo, do TJ/MG, questionou o silêncio do movimento feminista.

Ela escreveu, em sua conta no Facebook: “Professora lacradora da UEPB que impediu aluna PM fardada e armada de fazer prova é o retrato da #sororidade? Cadê o movimento feminista para defender o direito da mulher trabalhadora que foi impedida de exercer um direito apenas por estar com sua roupa e instrumento de trabalho? Ou #sororidade é só para as manas?”.

Até agora nenhuma resposta convincente a esse questionamento.

12 COMENTÁRIOS

    • seu doente, que tem haver bolsonaro com isso, por acaso ele manda na professora e mais a mais todos foram saber depois do ocorrido, vá se tratar débil mental, ou você sobre de retardo mental, ou é um mau caráter ou é burro mesmo, seu animal de chifre…

  1. Não creio que sejam palavras de uma magistrada , além do tipo chulo de linguagem, ela supostamente está tomando um lado em que uma juíza se põe imparcial ao fato mesmo sabendo que a policial teria razão… Só acho…

    • A imparcialidade só é exigida para o magistrado quando este atua em processos, dentro da sua função jurisdicional. Não confunda as coisas. Quanto aos “termos chulos”, ela apenas repetiu jargões utilizados pelas próprias feministas. Se são termos chulos, culpe as feministas.

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