Inep é notificado pelo TRF-1 para não adotar truque de vagueza sobre “Direitos Humanos” no ENEM

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) foi notificado da decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) que determinou a suspensão de uma regra que adotava o truque de vagueza ao fazer a narrativa de que quem “desrespeitasse os Direitos Humanos na redação do ENEM” poderia tirar nota zero. Mas o uso do termo “Direitos Humanos” era vago.

A assessoria de imprensa do MEC disse que o órgão foi notificado nesta quarta-feira (1) à noite e deve recorrer. A Advocacia-Geral da União (AGU) disse que aguarda a publicação do inteiro teor do julgamento do TRF1 para analisar o recurso cabível. A prova de redação do Enem será aplicada a mais de 6 milhões de candidatos neste domingo (5).

A decisão judicial foi tomada em caráter de urgência a pedido da Associação Escola Sem Partido. A entidade demonstra que a regra é uma “punição no expressar de opinião”. “Ninguém é obrigado a dizer o que não pensa para poder ter acesso às universidades”, disse a Associação Escola Sem Partido.

O MEC faz a narrativa de que “todos os seus atos são balizados pelo respeito irrestrito aos direitos humanos, conforme a Declaração Universal dos Direitos Humanos”. Mas, como sempre, o termo é utilizado de forma vaga e autoritária, sem deixar claro quais frases são proibidas e se qualificam como “violação aos Direitos Humanos”. Professores de extrema esquerda usam a definição vaga para classificar como “violação aos Direitos Humanos” qualquer opinião divergente.

1 COMENTÁRIO

  1. Foda-se. Site de bosta, feito nas coxas, pseudo moralista, chauvinista, um cu. Ainda cheio de spam da Go Daddy. Vai ficar rico com isso não, liberalóide ridículo.

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