Racha no PSDB pode comprometer de vez a candidatura de Alckmin

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Matéria no blog do Noblat dá conta de que a briga de facas que virou o partido chegou a tal ponto que pode até acabar com a candidatura de Geraldo Alckmin. O texto diz: “Nada no PSDB pode ficar tão ruim que não possa piorar”.

O fato é que ontem o bate-boca entre seguidores dos senadores Tasso Jereissati (CE), presidente interino do PSDB, e Aécio Neves (MG), presidente de fato, chegou ao ponto de quase ir para a pancadaria.A reunião foi convocada por Jereissati,que iria apresentar o plano de comunicação do partido destinado a orientá-lo pelos próximos 40 dias. 

Dois deputados ligados a Aécio, e um a Marconi Perilo, governador de Goiás, partissem para a briga. A empresa trabalhou em 2014 para eleger Fernando Pimentel (PT) governador de Minas. 

Uma pesquisa interna mostrou que 75% dos eleitores do PSDB não acreditam que o partido elegerá o sucessor de Temer. Os dados foram vazados, danificando ainda mais a imagem do PSDB. No fundo, foi só mais um pretexto para que os partidários de Aécio armassem mais um caso com Jereissati. Perillo é o candidato deles à presidência do partido.

A conclusão de Noblat é clara: “O esfarelamento do PSDB tem tudo para impactar negativamente na eventual campanha de Geraldo Alckmin (SP) a presidente da República. Ou Alckmin se mexe – e logo – para tentar recompor a unidade do partido ou acabará mal como acabou na eleição presidencial de 2006”.

Vale lembrar que em 2006 Alckmin sofreu uma derrota vergonhosa para Lula em uma eleição fácil, pois o petista vinha do escândalo do Mensalão. Na época, Alckmin se ressentiu da falta de apoio de Aécio, de José Serra e até do coordenador de sua campanha, o então senador Sérgio Guerra (PE), já falecido. 

As informações são do Blog do Noblat.

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