Em crise generalizada, REDE começa contestar candidatura e liderança de Marina Silva

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A REDE Sustentabilidade, de Marina Silva, está em crise financeira e ideológica. E agora, enfrenta uma debandada de filiados.

Militantes, assessores e dirigentes da sigla falaram com o Estadão e informaram que a situação da REDE não é nada boa. Estão em crise generalizada. O partido ainda tem a estrutura de um “nanico” e um desempenho negativo em campanhas.

Conta com apenas quatro deputados federais, e todos eles foram eleitos por outros partidos em 2014, ou seja… a REDE nunca conseguiu eleger ninguém. Mesmo assim recebe cerca de R$280 mil por mês do Fundo Partidário. 

A legenda de Marina também não tem estrutura de comunicação pois rompeu contrato com a equipe que prestava esse serviço por atrasos salariais.

Não dialoga com outras legendas. Reluta em formar alianças pois não consegue chegar em um acordo interno sobre quais seriam as siglas a quem se uniriam. Está isolado.  No ano que vem terá direito a cerca de 15 segundos em cada bloco do horário eleitoral gratuito.

O que está ruim sempre pode piorar.

Integrantes se queixam do isolamento de Marina Silva neste momento crítico. Ela só tem contato com os coordenadores executivos do partido, Bazileu Margarido e Carlos Painel, o coordenador de organização, Pedro Ivo, e a ex senadora Heloisa Helena. Por essa postura, os singelos quatro parlamentares formaram outro polo de poder dentro da legenda. As conversas são de que ela não teria força para concorrer ao cargo de Chefe de Estado.

Enquanto Marina vai desaparecendo, Alessandro Molon e Randolfe Rodrigues vão tomando o protagonismo do partido. O grupo começa a questionar a liderança da, até então, pré candidata a presidência em 2018. 

As informações são do Estadão.

 

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