Jornalista da Globo mente sobre MBL e chama Caetano Veloso de “ícone da música brasileira”

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MATO GROSSO — O jornalista da Globo Leandro Trindade, do Bom Dia Mato Grosso, deixou comentários ofensivos para o MBL-MT na página de Facebook do movimento no dia 23.

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O vídeo que o jornalista comentou dizendo que não sabia o que era pior “quem fez a obra ou o vídeo” foi gravado por Ulysses Moraes, coordenador estadual do MBL,  e por Arthur Do Val, Youtuber do canal Mamãe Falei. Os dois informaram a população sobre a atuação do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro,  que realizou apenas 10 licitações em 300 contratos da prefeitura. Moraes, que é advogado, também denuncia a situação de uma obra feita através de licitação e critica os regimes diferenciados de contratação.

Respondido com educação e cortesia por Moraes, Trindade seguiu em frente e expressou seu desgosto com a atuação do Movimento Brasil Livre disseminando mentiras.

Disse que o grupo “recebe dinheiro oculto” de partido político, usando como base uma matéria da Folha de São Paulo que tenta associar o apoio que o movimento recebeu de partidos políticos na época das manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff. O fato já foi exaustivamente esclarecido na mídia. Não há patrocínio. Houve ajuda para divulgação das manifestações, em 2014. Leandro provavelmente deve saber, já que é jornalista, então mente.

Outra acusação de Leandro é a de que o MBL estaria chamando ícones da música brasileira de pedófilos. Ele se refere a Caetano Veloso, a quem ele considera um ídolo, presume-se. Acontece que o artista “tietado” pelo jornalista teve relações sexuais com sua esposa Paula Lavigne quando essa tinha apenas 13 anos, enquanto ele tinha 40.

Esse fato – de conhecimento público devido a uma entrevista da própria Lavigne para a Playboy – junto com o lançamento do “342 Artes” pelo casal, junto com outros artistas, em defesa dos casos “La Bête”, performance que ocorreu no Museu de Arte Moderna de São Paulo – e teve uma criança tocando o corpo de um homem nu -, além da defesa da exposição “Queermuseu”, que também contém obras que representam a temática, foram os impulsionadores para que a população, espontaneamente, associassem a imagem de Caetano com pedofilia, e não o MBL, este apenas divulgou e reportou notícias sobre as polêmicas.

Ainda, Leandro Trindade ataca o vereador de São Paulo Fernando Holiday, novamente com base em notícias sem veracidade. As “suspeitas de irregularidades” a que se refere nada mais é do que intriga da oposição, literalmente. Quando acusado de praticar Caixa 2 em campanha eleitoral, Holiday mesmo prestou denúncias no Ministério Público para que a acusação fosse esclarecida. Ato que por si só já demonstra como não houve ilegalidade, uma vez que o vereador não tem medo de ser investigado.

No fim, em sua última frase, o jornalista acerta uma pelo menos, dizendo que “enfim, falar até papagaio fala“. É verdade.

 

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